segunda-feira, 23 de setembro de 2019

“É um erro grosseiro pensar que os clientes querem livrar-se de seus problemas. Muitas vezes, só desejam que sejam confirmados.” (Bert Hellinger)
“Antes de curar alguém, pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer”. (Hipócrates)
Lembrei-me ainda de várias pessoas que berravam um teórico desejo desesperado de se curarem, mas que fugiram raivosos quando confrontados com o que deveriam fazer para isso.
Não se enganem: curar-se envolve sentir dor (e, por isso, requer coragem). E não poderia ser diferente... Cuidar de uma ferida física requer manipulá-la, limpá-la, medicá-la e, muitas vezes, costurá-la. Por que seria diferente com as feridas da alma? E curar-se delas exige, ainda, parar de alimentá-las. Caso contrário, isso se torna um ato tão frustrante quanto o de tentar enxugar gelo.
Aonde chega uma pessoa que adoece por sentir raiva pelo pai, mas que não está disposta a ressignificar essa raiva (não para transformá-la em indiferença, mas em amor)?
E uma pessoa que tem depressão por desrespeitar a si mesma sem limitar o que solicitam dela, mas nunca está disposta a experimentar oferecer um inicialmente doloroso “não” a quem extrapola os seus limites já conscientes?
E a que está cansada de chorar, mas não está disposta a se despedir emocionalmente de quem já foi embora há muito tempo?
Elas não chegarão a lugar algum.
E todas as mágicas superficiais da moda, sejam mudanças de crenças, de vibrações mentais ou técnicas de fortalecimento de força de vontade, fornecerão, se muito, apenas uma melhora momentânea.
Apegados às causas, alimentamos as consequências..
Como disse Hermes Trismegisto: “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade, mas nenhum escapa à Lei”.
Ou seja, gostemos ou não, somos responsáveis por tudo que nos acontece.
E, se desejamos mudar as consequências, precisamos, sim, nos desapegar das causas.
Não há outro caminho! atendimentos individuais: Exequiel Valdes.whatsapp 9805 4929

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

CONSTELAÇÕES FAMILIARES em Criciúma SC
Método Bert Hellinger
O que são as Constelações Familiares?
As Constelações Familiares são uma nova e inovadora abordagem da Psicoterapia Sistêmica que promove a identificação das ordens do amor, pondo em evidência os profundos laços que unem uma pessoa a sua familia, estes laços são de tal maneira poderosos que quando membros de uma dada geração deixam situações por resolver, membros das gerações posteriores sentir-se ao irresistivelmente empurrados para a sua resolução, permanecendo prisioneiros de fatos pelos quais não são minimamente responsáveis. Existe assim uma transmissão transgeracional morfogenética, ou seja, uma repetição de fatos e destinos trágicos dentro da família.
“O foco das Constelações não é o problema em si, e sim a solução do problema”.
O Maravilhoso trabalho de Bert Hellinger já vem sendo realizado em diferentes culturas e paises no mundo todo, e cuja prática, além da cura, traz uma nova luz para a integração, espiritualidade e o amor. A ordem oculta do amor traz revelações profundas e práticas sobre o que faz o amor fluir nos relacionamentos, demonstrando, como forças profundamente entranhadas no sistema familiar, podem ser re-direcionadas para a cura, quando membros desse sistema são respeitados e recolocados no seu devido lugar.
Bert Hellinger esclarece as dinâmicas das identificações, e implicações, às vezes trágicas, entre os membros de uma família, através de princípios (leis) que ele define como “Ordens do Amor”.
Utilizando de maneira criativa e inovadora a colocação das constelações familiares, são trabalhadas as emoções originadas no sistema a fim de encontrar uma “solução” nova e libertadora. O objetivo das constelações familiares é proporcionar insight ás dinâmicas emaranhadas, reparar a ordem natural e o equilíbrio entre o dar e receber, assim como restaurar o respeito por cada individuo para que todos tenham seu espaço. Como resultado o amor, que estava bloqueado no sistema, pode fluir novamente.
Em um ambiente de confiança e respeito mútuos, os participantes representam os membros de uma família, e vivenciam sentimentos, emoções e insights relacionados a este sistema familiar. Ao expressar seus sentimentos, o indivíduo e o grupo são transformados pela carga emocional e insights resultantes da constelação
Os “fatos” que contam: mortes prematuras, e de pessoas com menos de 25 anos abortos, doenças graves, dificuldades nas relações pessoais, lutos em suspenso, tendência para atividades e comportamentos que põem a vida em perigo, mortes ou doenças durante ou depois de dar a luz, suicídios, crimes, alguém que foi banido, excluído da família (desonrado ou condenado), incidentes ou destinos pesados, filhos ilegítimos ou crianças dadas para adoção, doenças pesadas ou deficiências, pais de duas nacionalidades, contam também prévios relacionamentos importantes dos pais.
Muita gente julga que o amor tem o poder de superar tudo, que é preciso apenas amar bastante que tudo ficará bem. Contudo, a experiência mostra que isto não é verdade. Muitos pais são forçados a experimentar que apesar do amor que dão aos seus filhos, estes não se desenvolvem como eles esperavam. São forçados a verem seus filhos adoecerem, se drogarem e se suicidarem, apesar de todo amor que lhes dão. Para que o amor de certo, é preciso de que exista alguma outra coisa ao lado dele, é necessário que haja o conhecimento e o reconhecimento de uma ordem oculta do amor.
Facilitador: Fernando Exequiel Valdes
Terapeuta multidisciplinar desde 1990 com experiência em diversas formas de terapia, e grupos de Meditação.. Em 2001 entrou em contato com a terapia sistêmica fenomenológica evoluída por Bert Hellinger e desde então tem centrado todo o seu trabalho na constelação, tendo participado de inúmeros workshops, seminários congressos e treinamentos.. trouxe as Constelações em 2005 para Criciuma, sendo apresentadas para o Depto de Psicologia da Unesc , que na época avalizou o trabalho e deu total apoio..

terça-feira, 16 de julho de 2019


A Reverência
A Reverência provoca uma mudança na alma. Podemos sentir isso em nós, quando curvamos levemente a cabeça.         Que movimento nasce então na alma? ...Algo emerge das profundezas,  alcança a cabeça e flui para a outra pessoa. É um movimento de respeito e homenagem, que nos liga a essa pessoa.
Aparentemente esse movimento nos torna pequenos, na verdade ele nos une à outra pessoa no mesmo nível humano.
A reverência profunda tem um efeito bem diferente, nela eu me torno pequeno diante de alguém.  Eu o respeito e lhe digo: “Você e grande e eu sou pequeno”. Nessa reverência profunda eu me abro para aquilo que essa realidade grande ou essa pessoa grande me dão. Convém fazê-la diante de nossos pais e também diante do mistério da vida. Ela permite que nosso coração se abra para o que nós e dado. Em seguida nos erguemos e viramos no sentido que passaremos adiante o que recebemos.  Fomos pequenos ao receber, tornámo-nos grandes ao dar.
 ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS WHATSAPP 9805 4929 CRICIUMA sc.